27.11.09

Da série: meus poemas preferidos

Oh estações, oh castelos!
Que alma é sem defeitos?

Eu estudei a alta magia
Do Amor, que nunca sacia.

Saúdo-te toda vez
Que canta o galo gaulês.

Ah! Não terei mais desejos:
Perdi a vida em gracejos.
Tomou-me corpo e alento,
E dispersou meus pensamentos.

Ó estações, ó castelos!

Quando tu partires, enfim
Nada restará de mim.

Ó estações, ó castelos!

JEAN-ATHUR RIMBAUD

6 comentários:

Graça disse...

Belas escolhas dos poemas, amigo.

Vim até aqui através do Cisticerco, meu amigo e agora conterrâneo...

Já te sigo.
Gostei muito do teu blog, e sobre sua pergunta aqui em baixo, sobre como mudar a história, eu tenho meu segredo!!
Se você não crê, esqueça e perdoe o que te digo agora, mas vamos lá:
para desempoeirar os dias que vão se acumulando, cheios de 'poeiras' e vícios, digo diariamente:
"esqucendo-me das coisas que para trás ficam, e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus, em Jesus cristo!"
Só assim eu me renovo, de verdade.
Um abraço.
Bom final de semana pra você!!

Viva Alves disse...

Poemas que me agradam!
Te sigo de perto!

Nilson Barcelli disse...

Poema interessante, que não conhecia.
Obrigado pela partilha.

Agradeço a tua visita. Volta sempre.
Abraço.

disse...

Ah, Rimbaud... que faz de uma pessoa poeta? Que inveja!!! Ai, ai...

Moonlight disse...

Olá Carlus!

Agradecendo a visita sua e agradecendo tambem este lindo poema que não conhecia e é maravilhoso de se ler!
"Que seria de mim....
sem estações e castelos?"
Fantastico seu blog!

Bj com luar

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

Quantos e quão belos!
Em sonhos meigos risonhos
Se elevam castelos!

Amei de amar que me inspirei*
Amo Rimbaud*
Amei o seu Blog*
Obrigada pela visita por esta fonte
Beijosssss
Renata